As memórias são assim, vastas mas vivamente aquecidas de tal forma que nos aquecem o corpo, nos molham os olhos e nos fazem parar.
Eu tenho memórias escondidas no fundo do meu subconsciente, numa gaveta fechada e trancada por um simples código de segurança mental. Essa gaveta abre-se todas as noites antes de eu adormecer. É o instinto; ela abre-se como por magia e traz-me todas as recordações calorosas. E eu fico ali, deitada, a sorrir para o nada...
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